quinta-feira, 3 de abril de 2014

Dia 21 de Fevereiro –"Acordar o movimento"





Na aula de hoje tivemos de escolher várias ações motoras: voltas, deslocamentos, desequilíbrios e quedas, e em seguida o desafio foi uni-las e para criar uma sequência.
Este processo não foi complicado, pois optei por escolher as primeiras ações motoras que “nasceram” do movimento.
A grande dificuldade surgiu na atividade seguinte, uma vez que primeiramente tivemos de demonstrar a nossa sequência aos colegas, em grupos de três, e depois foi-nos dado pela professora um constrangimento para aplicarmos à nossa sequência. Foram várias as limitações sugeridas: imaginar que estamos na selva, onde o medo e a desconfiança foram bem visíveis; outro grupo teve de imaginar que estava entre duas paredes de acrílico e ultrapassar as dificuldades de mobilidade reduzida, outro grupo viajou até às montanhas, onde a gravidade não colaborou e o cansaço transparecia nos movimentos. O meu grupo, Natália e Vera, tivermos de enfrentar uma paisagem de lama, que cada um optava pela sua consistência. Pessoalmente idealizei uma lava bem viscosa e que me prendia o movimento, sendo necessário muito esforço para sair dela. Estava tão concentrada na atividade que no final me sentia cansada, como se realmente tivesse estado naquele ambiente surreal. Em geral a maioria concordámos que as sequências depois de impostos os constrangimentos se tornaram mas interessantes e atrativas, pois era visível uma intenção no movimento, ou seja, o mesmo não era feito por fazer, mas sim com sentimento e orientação.



Palavras-chave: ações motoras, sequência, constrangimento, limitações, ultrapassar, interessantes, atrativas, intenção.

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