Na aula de hoje tivemos de escolher várias ações motoras: voltas, deslocamentos, desequilíbrios e
quedas, e em seguida o desafio foi uni-las e para criar uma sequência.
Este processo não foi complicado, pois optei
por escolher as primeiras ações motoras que “nasceram” do movimento.
A grande dificuldade surgiu na atividade
seguinte, uma vez que primeiramente tivemos de demonstrar a nossa sequência aos colegas, em grupos de três, e depois
foi-nos dado pela professora um constrangimento para aplicarmos à nossa sequência. Foram
várias as limitações sugeridas: imaginar que estamos na selva,
onde o medo e a desconfiança foram bem visíveis; outro grupo teve de imaginar
que estava entre duas paredes de acrílico e ultrapassar as dificuldades de mobilidade reduzida, outro
grupo viajou até às montanhas, onde a gravidade não colaborou e o cansaço
transparecia nos movimentos. O meu grupo, Natália e Vera, tivermos de enfrentar
uma paisagem de lama, que cada um optava pela sua consistência. Pessoalmente
idealizei uma lava bem viscosa e que me prendia o movimento, sendo necessário
muito esforço para sair dela. Estava tão concentrada na atividade que no final
me sentia cansada, como se realmente tivesse estado naquele ambiente surreal. Em
geral a maioria concordámos que as sequências depois de impostos os
constrangimentos se tornaram mas interessantes e atrativas, pois era visível uma intenção no movimento, ou seja, o mesmo não era feito
por fazer, mas sim com sentimento e orientação.
Palavras-chave: ações motoras, sequência, constrangimento, limitações, ultrapassar, interessantes, atrativas, intenção.
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